Segundo ponto: saber que o Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, possuindo os dados percentuais e as imagens da maioria das vítimas que atingiu, afirma que "as pessoas atingidas pelos ataques a Gaza mereceram o que tiveram", dá-me toda a legitimidade moral para afirmar que deviam ter dado mais algum tempo para que o senhor Adolfo pudesse terminar a empreitada...
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
aqueçam-me esses fornos, se faz favor...
Primeiro ponto: deixem-me clarificar aqui um detalhe: eu não sou apologista do terrorismo, nem da violência! É minha opinião que todo e qualquer conflito que tenha por base ideais religiosos é puramente estúpido e serve apenas para louvar a própria estupidez humana!
Segundo ponto: saber que o Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, possuindo os dados percentuais e as imagens da maioria das vítimas que atingiu, afirma que "as pessoas atingidas pelos ataques a Gaza mereceram o que tiveram", dá-me toda a legitimidade moral para afirmar que deviam ter dado mais algum tempo para que o senhor Adolfo pudesse terminar a empreitada...
Segundo ponto: saber que o Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, possuindo os dados percentuais e as imagens da maioria das vítimas que atingiu, afirma que "as pessoas atingidas pelos ataques a Gaza mereceram o que tiveram", dá-me toda a legitimidade moral para afirmar que deviam ter dado mais algum tempo para que o senhor Adolfo pudesse terminar a empreitada...
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sábado, 17 de novembro de 2012
desinformar para conquistar
A desinformação continua a grassar por esta nação miserável, no que diz respeito aos verdadeiros acontecimentos e ilações a retirar dos acontecimentos vergonhosos desta semana! Os meios de comunicação estão a cumprir o seu papel de alinhados e, em vez de uma verdadeira busca de verdade e transparência, apresentam-nos as linhas de opinião que devemos seguir!
Se hoje, 16/11/12, tiveram oportunidade de assistir ao noticiário de horário nobre do canal privado SIC transmitido a partir das 20h e, principalmente, se têm o hábito de assistir a noticiários com um espírito crítico e não apenas como uma insuportável tortura a que são obrigados a assistir enquanto não chega o momento de mais uma gala acéfala de casas tristes e pseudo-talentos, terão sentido a desilusão a instalar-se nas vossas mentes e a esperança a desvanecer.
À face de todas as situações ocorridas durante os actos vergonhosos a que todos assistimos de uma forma ou de outra, com o número de relatos de abuso de autoridade e violência desnecessária que todos os dias têm surgido, com todas as mentiras e verdadeiros insultos à população que têm saído dos comunicados oficiais de membros do governo e respectiva corja de cúmplices, seria de esperar que, quando anunciada a posse de novas imagens não divulgadas das manifestações e confrontos, o canal de televisão privado poderia trazer alguma luz, até mesmo levantar questões acerca da forma como o carga policial teria sido desproporcionada face ao número de agressores e à quantidade de pessoas inocentes que foram posteriormente espancadas pelos bastões da autoridade.
Infelizmente, não foi esse o caso. Continua a justificação imbecil de todos os movimentos policiais e de todas as suas atitudes e tácticas, louva-se-lhes a paciência a dá-se-lhes uma metafórica palmada nas costas, como que afirmando, 'bom trabalho rapazes! a democracia e a liberdade saiu reforçada depois deste dia!' Os imbecis ficam tão bem servidos de informação independente como o estão quando se trata de governantes!
Tudo isto serve apenas para frisar o seguinte: concordem ou não com o que se passou, tratem de reunir toda a informação possível, todos os relatos, todos os testemunhos, todas as imagens, todos os videos, todas as possibilidades de conseguirem construir uma opinião vossa e não a de vestirem o mesmo uniforme opinativo massificado, apenas porque é mais confortável e vocês já estão atrasados para mais uma gala acéfala de casas tristes...
É por isso que vos deixo isto: clicar e ler! informação é poder!!
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
contem-me mais histórias
“If you repeat a lie often enough, it becomes the truth.” (Joseph Goebbels)
Gostaria de vos convidar para um jogo! Não, não é o jogo das diferenças, nem o se beberes mais do que eu sou eu que te levo para casa (se não estão familiarizados com este, experimentem um destes dias)! Nada disso! A actividade que vos proponho pode ser apelidada de vamos tentar perceber com quantas palavras se tenta manipular uma opinião pública!
É tudo muito simples: primeiro vamos ouvir as declarações do ilustre ministro da Administração Interna, em relação a uma questão colocada por uma jornalista, levantando a possibilidade de existirem membros das forças policiais entre os agitadores da manifestação/confrontos do dia 14/11/2012! Após o embaraço visível, o ilustre responde de forma veemente, ali por volta do minuto 1:40:
Após este exercício de comunicação (ou desinformação, se preferirem), passamos à segunda fase divertida do jogo, a que podemos chamar descobre o infiltrado e que está muito bem patente nas imagens em baixo:
Consultem este link para mais informação divertida acerca deste jogo divertido!!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
atire a primeira pedra aquele que nunca manifestou...
Tópicos a considerar após os eventos ocorridos durante o dia, tarde e noite de hoje:
- greve geral e manifestação. de acordo com os ditames da intersindical: apenas até perto da hora de jantar, que depois é hora de dobrar o colete reflector, guardá-lo na mochila à tira-colo e regressar a casa para comer uma sopa quentinha e assistir aos momentos altos da coisa nas tv's, para partilhar nas redes sociais.
- nunca antes o trabalho de um bom calceteiro foi tão apreciado, mas principalmente desejado!
- fui apenas eu que fiquei com a sensação que o secretário-geral Arménio Carlos falou imenso durante as suas intervenções, mas disse absolutamente nada que importasse?
- mais alguém ficou com a impressão que os manifestantes apedrejaram as forças de segurança como protesto por terem permitido que Arménio Carlos falasse durante tanto tempo?
- terei sido o único a detectar um punhado de jovens que recusaria na hora um emprego na construção civil, mas que habilmente despiram um talhão de calçada para apedrejar alguém?
- foi só a mim que causou estranheza o facto de ter decorrido uma sessão de apedrejamento e não se terem vislumbrado quaisquer cachecóis de clubes de futebol ou cânticos em árabe?
- porventura estarei solitário na minha crença de que os bastões das forças de segurança são activados por sensores de movimento e é por essa razão que a polícia bate em tudo o que mexe?
- alguém me explica de que foram acusadas aquelas bicicletas, barbaramente espancadas durante a investida da polícia de intervenção?
- segundo o canal de televisão privado SIC, a polícia de intervenção decidiu dispersar a multidão após terem sido ouvidas várias explosões. Alguém quer fazer o trabalho de investigação que os 'jornalistas' da SIC deviam ter feito e explicar-lhes que as explosões foram provocadas pelas próprias forças de segurança, para confundir os manifestantes, no momento da carga?
- fui só eu que fiquei com a sensação que os 'jornalistas' da SIC elogiaram tanto o trabalho das forças de segurança que só lhes faltou arrancar-lhes as protecções e oferecerem-lhes prazer oral?
- serei o único a ficar com a sensação que a SIC se está a tornar cada vez mais parecida com a FOX NEWS?
finalmente, para terminar por agora: apetece-me perguntar publicamente, após ouvir a declaração pública oferecida pelo ministro da Administração Interna, um tal de Miguel Macedo, em que disse algo como "foram apenas uma meia dúzia, os autores dos desacatos, agressões e arremesso de objectos":
- se foram "apenas uma meia dúzia", senhor ministro, porque razão levaram todos?
Palhaço
Acordei com aquela sensação de que esta greve era mais uma oportunidade perdida de mudar alguma coisa. Entretanto vi na televisão um senhor a falar de uma fábrica de salsichas, elogiando "a coragem dos que foram trabalhar". Sorri! Ainda bem que fiquei em casa.
Não gosto de ser elogiado por filhos da puta!
P.S.: Boa publicidade para a Sicasal!
Não gosto de ser elogiado por filhos da puta!
P.S.: Boa publicidade para a Sicasal!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
fui eu que inventei esta crise!!
Comanda a tradição que a ausência seja mitigada com palavras, mas o que fazer quando a própria ausência se define na carência de comunicação? Aconselha-me o apurado desconforto social que um pedido de desculpas deverá servir!
Permitam-me também prolongar este mea culpa à presente situação que vivemos, nós os do privado, vocês os do público, todos os que partilham a nacionalidade daquilo que foi em tempos um país à beira-mar plantado! É verdade! Fui eu que inventei esta crise e é graças a mim que ela se vai perpetuando! Não vejo nenhum castigo à altura deste meu crime que não seja o ser acorrentado e esquecido nas catacumbas da memória colectiva! Bom, talvez não haja necessidade de sermos tão dramáticos mas, pelo menos, alguém devia ralhar comigo!
Todo este sentimento de culpa, que encheria de orgulho qualquer dedicado religioso judeu, invade-me a cada sucessivo despertar. No momento em que estas pupilas se libertam do jugo de Morpheu, filho de Hipnos (vá lá, leiam um livro de vez em quando!) o peso da responsabilidade atinge-me que nem um soco na face de um garoto a quem estão a roubar o dinheiro do lanche! A dor aguda do vórtex de culpabilidade em que me vejo envolvido tende a aumentar, assim que os meus sentidos procuram uma plataforma de comunicação para me possa inteirar do estado do trânsito das, aparentemente, únicas duas cidades de um país de aproximadamente 11/12 milhões de pessoas!
As intervenções de pessoas que têm muito para dizer, mas que curiosamente nada conseguem solucionar, são servidas em catadupa e, em todas elas, a ideia é reforçada e os dedos estão apontados a mim, desgraçado e ensonado: sou eu que vou ter que pagar por isto!!
Faz todo o sentido. Afinal de contas, fui eu quem deixou que os recursos deste país tivessem sido miseravelmente aproveitados até chegar a um ponto em que pouco ou nada há que aproveitar! Fui eu que, por exemplo, não soube gerir décadas de fundos europeus, gastos a construir estradas redundantes ou a aumentar a frota automóvel em detrimento de um desenvolvimento agrícola sustentável e viável à exportação!
Eu sabia que aquelas minhas decisões duvidosas um dia haviam de voltar para me assombrar...
Permitam-me também prolongar este mea culpa à presente situação que vivemos, nós os do privado, vocês os do público, todos os que partilham a nacionalidade daquilo que foi em tempos um país à beira-mar plantado! É verdade! Fui eu que inventei esta crise e é graças a mim que ela se vai perpetuando! Não vejo nenhum castigo à altura deste meu crime que não seja o ser acorrentado e esquecido nas catacumbas da memória colectiva! Bom, talvez não haja necessidade de sermos tão dramáticos mas, pelo menos, alguém devia ralhar comigo!
Todo este sentimento de culpa, que encheria de orgulho qualquer dedicado religioso judeu, invade-me a cada sucessivo despertar. No momento em que estas pupilas se libertam do jugo de Morpheu, filho de Hipnos (vá lá, leiam um livro de vez em quando!) o peso da responsabilidade atinge-me que nem um soco na face de um garoto a quem estão a roubar o dinheiro do lanche! A dor aguda do vórtex de culpabilidade em que me vejo envolvido tende a aumentar, assim que os meus sentidos procuram uma plataforma de comunicação para me possa inteirar do estado do trânsito das, aparentemente, únicas duas cidades de um país de aproximadamente 11/12 milhões de pessoas!
As intervenções de pessoas que têm muito para dizer, mas que curiosamente nada conseguem solucionar, são servidas em catadupa e, em todas elas, a ideia é reforçada e os dedos estão apontados a mim, desgraçado e ensonado: sou eu que vou ter que pagar por isto!!
Faz todo o sentido. Afinal de contas, fui eu quem deixou que os recursos deste país tivessem sido miseravelmente aproveitados até chegar a um ponto em que pouco ou nada há que aproveitar! Fui eu que, por exemplo, não soube gerir décadas de fundos europeus, gastos a construir estradas redundantes ou a aumentar a frota automóvel em detrimento de um desenvolvimento agrícola sustentável e viável à exportação!
Eu sabia que aquelas minhas decisões duvidosas um dia haviam de voltar para me assombrar...
sábado, 10 de novembro de 2012
Que maçada!
Diário de uma tia que gosta de pobrezinhos, 09.11.2012
9:30, Que maçada! A nova criada não sabe preparar o café. Dei-lhe um raspanete e disse-lhe que hoje vai dormir no estábulo. Já o meu pai dizia, "desde que proibiram as chicotadas nunca mais houve criados em condições". É uma ideia um pouco antiquada, mas com algum mérito. Depois do pequeno-almoço rezei e pedi a Nosso Senhor que abençoe o mundo todo, especialmente os pobrezinhos.
11:30, Reunião maçadora. Estamos a preparar um jantar de caridade. Não sabiamos o que servir de entrada. A Titi sugeriu caviar, mas a Jójó, que é uma modernaça, sugeriu a cozinha de fusão. Eu prefiro cozinha francesa. No fim sugeri que podemos servir as três e deixar os convidados escolher. O que sobrar damos aos pobrezinhos, embora antecipe com desgosto que muitos não saberão apreciar a comida. Dizem que os pobrezinhos têm menos predisposição genética para desenvolver paladares sofisticados.
A Fifi sugeriu que podíamos servir canja para poupar dinheiro. Rimo-nos que nem umas perdidas. A Fifi tem um sentido de humor apurado. Quando ela diz estas coisas nem se ri. Olha para nós com cara séria, o que torna tudo mais engraçado.
14:30, Distribuí comida aos pobrezinhos. Embora aprecie muito este serviço, é um bocado maçador. Os pobrezinhos estão sempre com fome. Se estivesse na posição deles teria a humildade de só comer de vez em quando. Bem sei que Jesus Cristo disse que os pobrezinhos vão herdar o reino da terra. Mas não vejo como. Eles vestem-se mal e têm péssima reputação.
16:00, Sexo à bruta com o Jorge que toma conta do estábulo. Aproveitei para lhe dizer que a criada irá dormir lá esta noite.
18:00, Chá com o meu esposo. Infelizmente ele tem um jantar de negócios e teve que sair outra vez. Disse-lhe: Você não tem que carregar este país às costas sozinho! Podia descansar um pouco, senão ainda há-de sofrer com stress. Ele mandou-me à merda. Que maçada.
20:00, Depois de um banho em água perfumada, pedi ao mordomo que me massajasse as costas. O maroto penetrou-me.
24:00, Depois de 6 Gin tónico e duas Vodkas limão vou-me deitar. Que dia tão maçador. Ninguém sabe como é difícil ser eu.
9:30, Que maçada! A nova criada não sabe preparar o café. Dei-lhe um raspanete e disse-lhe que hoje vai dormir no estábulo. Já o meu pai dizia, "desde que proibiram as chicotadas nunca mais houve criados em condições". É uma ideia um pouco antiquada, mas com algum mérito. Depois do pequeno-almoço rezei e pedi a Nosso Senhor que abençoe o mundo todo, especialmente os pobrezinhos.
11:30, Reunião maçadora. Estamos a preparar um jantar de caridade. Não sabiamos o que servir de entrada. A Titi sugeriu caviar, mas a Jójó, que é uma modernaça, sugeriu a cozinha de fusão. Eu prefiro cozinha francesa. No fim sugeri que podemos servir as três e deixar os convidados escolher. O que sobrar damos aos pobrezinhos, embora antecipe com desgosto que muitos não saberão apreciar a comida. Dizem que os pobrezinhos têm menos predisposição genética para desenvolver paladares sofisticados.
A Fifi sugeriu que podíamos servir canja para poupar dinheiro. Rimo-nos que nem umas perdidas. A Fifi tem um sentido de humor apurado. Quando ela diz estas coisas nem se ri. Olha para nós com cara séria, o que torna tudo mais engraçado.
14:30, Distribuí comida aos pobrezinhos. Embora aprecie muito este serviço, é um bocado maçador. Os pobrezinhos estão sempre com fome. Se estivesse na posição deles teria a humildade de só comer de vez em quando. Bem sei que Jesus Cristo disse que os pobrezinhos vão herdar o reino da terra. Mas não vejo como. Eles vestem-se mal e têm péssima reputação.
16:00, Sexo à bruta com o Jorge que toma conta do estábulo. Aproveitei para lhe dizer que a criada irá dormir lá esta noite.
18:00, Chá com o meu esposo. Infelizmente ele tem um jantar de negócios e teve que sair outra vez. Disse-lhe: Você não tem que carregar este país às costas sozinho! Podia descansar um pouco, senão ainda há-de sofrer com stress. Ele mandou-me à merda. Que maçada.
20:00, Depois de um banho em água perfumada, pedi ao mordomo que me massajasse as costas. O maroto penetrou-me.
24:00, Depois de 6 Gin tónico e duas Vodkas limão vou-me deitar. Que dia tão maçador. Ninguém sabe como é difícil ser eu.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Refundação do Camarão (...ou, mudei umas coisinhas no aspecto)
Depois de muito olhar para o blog e não ver nada a acontecer o que é que vem logo à ideia de uma pessoa normal? Vamos mudar o aspecto disto para não me cansar tanto os olhos!
Eu sei que há pessoas que me vão dizer: "Ó Pedro, se houvesse aí, sei lá, por exemplo, sem querer parecer muito pretensioso, mas um textozinho novo de vez em quando, talvez isso não parecesse tão monótono".
Mas isso são pessoas que não têm nada para fazer, eu parece-me muito mais lógico que a pessoa venha aqui, olhe e diga: " Sim senhor, tem bom aspecto, agora tenho de ir tratar da minha vidinha, que isto não está fácil!". Não vamos aborrecer as pessoas com coisas que demorem tempo!
Eu sei que há pessoas que me vão dizer: "Ó Pedro, se houvesse aí, sei lá, por exemplo, sem querer parecer muito pretensioso, mas um textozinho novo de vez em quando, talvez isso não parecesse tão monótono".
Mas isso são pessoas que não têm nada para fazer, eu parece-me muito mais lógico que a pessoa venha aqui, olhe e diga: " Sim senhor, tem bom aspecto, agora tenho de ir tratar da minha vidinha, que isto não está fácil!". Não vamos aborrecer as pessoas com coisas que demorem tempo!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Mais depressa se apanha um Ribatejano fraquinho que um coxo
Numa dessas reportagens que tem populado pelos canais televisivos portugueses, no intervalo daquelas em que a noticia é a coragem/estupidez dos jornalistas, é entrevistado um emigrante português em New Jersey.
A conversa é mais ou menos assim:
- Então como foi passar por esta tempestade?
- Ó amigo, eu sou Ribatejano, estou mais do que habituado a cheias!
Pára tudo, isto não é resposta digna de um verdadeiro Ribatejano. Vamos recapitular a conversa como realmente deveria ter ocorrido:
- Então como foi passar por esta tempestade?
- Ó amigo, eu sou Ribatejano, eu pego toiros pelos cornos! Não é uma tempestadezinha com nome de Gaja que me mete medo!
Aprendam, pá!
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